Informar
Recuperar, comparar, classificar ou resumir para apoiar leitura humana.
IA / AGENTES / AUTORIDADE / RECUPERAÇÃO
Governar IA não é adicionar uma aprovação no fim. É conectar finalidade, contexto, identidade, avaliação, observabilidade e recuperação antes que um agente possa produzir efeito.
TESE OPERACIONAL
A resposta final é apenas a superfície. O risco também vive na fonte recuperada, na memória, na ferramenta, na identidade usada, no estado intermediário, no destino e na forma como o efeito é confirmado.
Por isso, a unidade de avaliação é a trajetória completa: o que entrou, como foi interpretado, quem possuía autoridade, qual ação ocorreu e que evidência demonstra o resultado ou a falha.
SEIS CAMADAS CUMULATIVAS
Nenhuma camada substitui outra. Modelo, interface ou avaliação isolada não concedem autoridade operacional.
O caso de uso, o público afetado, o efeito possível e aquilo que jamais pode acontecer são definidos antes de escolher modelo ou agente.
Problema delimitado, proprietário, decisão, impacto e condição de parada.Fontes, versões, permissões, retenção e fronteiras entre instrução e conteúdo acompanham a informação usada pelo sistema.
Origem, finalidade, qualidade, escopo de acesso e política de tratamento.Usuário, agente, ferramenta e responsável humano possuem identidades e alçadas distintas; capacidade não concede permissão.
Papéis, menor privilégio, segregação, aprovação e expiração de autoridade.Evals cobrem trajetória, fontes, recusas, ataques, limites e recuperação — não apenas a qualidade média da resposta final.
Casos positivos, negativos, adversariais, críticos e critérios de promoção.Solicitação, contexto, decisão, ferramenta, efeito, readback e exceção permanecem reconciliáveis sem transformar tentativa em sucesso.
Logs mínimos, recibos, métricas de falha, alertas e vínculo com o efeito material.Timeout, revogação, idempotência, compensação, rollback e revisão humana são desenhados antes de ampliar autonomia.
Parada segura, plano de recuperação, dono do incidente e nova homologação após mudança.AUTORIDADE PROPORCIONAL AO EFEITO
O nível cresce pela consequência, não pela confiança subjetiva no agente.
Recuperar, comparar, classificar ou resumir para apoiar leitura humana.
Organizar uma minuta, plano, cálculo auxiliar ou ação para decisão posterior.
Alterar sistema, enviar, publicar, contratar, pagar ou produzir outra consequência externa.
AMEAÇA / CONTROLE / EVIDÊNCIA
Os cenários abaixo são categorias de projeto e teste. Não afirmam proteção absoluta nem substituem threat modeling específico.
Conteúdo não confiável tenta alterar objetivo, política ou uso de ferramenta.
CONTROLE ESPERADOSeparar instrução de dado, reduzir ferramentas, validar destino e exigir autorização fora do conteúdo processado.
Fonte, memória, recuperação ou ferramenta introduz estado incorreto, malicioso ou obsoleto.
CONTROLE ESPERADOProveniência, versão, allowlist, isolamento, reconciliação e contestação do contexto.
O agente recebe alcance maior que a tarefa, o ambiente ou a identidade legitimamente permitem.
CONTROLE ESPERADOMenor privilégio, credenciais efêmeras, segregação, limites de chamada e aprovação por efeito.
Uma saída plausível, nota média ou demonstração é tratada como verdade ou prontidão operacional.
CONTROLE ESPERADOEvals por trajetória, fontes, calibração, testes críticos e promoção vinculada a critérios explícitos.
Repetição, timeout ou falha parcial produz envio, alteração, custo ou compromisso duplicado.
CONTROLE ESPERADOIdempotência, confirmação, readback, compensação, rollback e reconciliação externa.
Modelo, prompt, ferramenta, fonte, ambiente ou comportamento muda depois da homologação.
CONTROLE ESPERADOVersão fixada, monitoramento, amostragem, reavaliação e retorno ao estágio anterior quando a prova regride.
PROMOÇÃO SEM SALTOS
Mudança relevante de modelo, ferramenta, dados, permissão ou ambiente pode exigir retorno a um gate anterior.
Problema, proprietário, público, risco e efeito esperado estão delimitados.
Fluxo e artefatos existem em ambiente identificado, sem alegação de prontidão.
Critérios positivos, negativos, adversariais e de recuperação foram executados.
Caso real limitado opera com usuário, autoridade, observação e parada definidos.
Continuidade, falhas, mudanças e efeitos permanecem verificáveis ao longo do tempo.
FONTES DE REFERÊNCIA
As fontes orientam o desenho e permanecem sujeitas a atualização. Elas não constituem auditoria, certificação ou endosso da THEION.
Estrutura voluntária para incorporar confiabilidade e gestão de risco ao desenho, desenvolvimento, uso e avaliação de sistemas de IA.
Abrir fonte oficialPerfil transversal que organiza riscos e ações de IA generativa nas funções Govern, Map, Measure e Manage.
Abrir fonte oficialRecursos públicos para avaliação, medição e validação contextual de sistemas de inteligência artificial.
Abrir fonte oficialBase viva de táticas, técnicas, mitigações e estudos relacionados a ataques contra sistemas habilitados por IA.
Abrir fonte oficialIniciativa dedicada a riscos e controles de agentes autônomos e fluxos de IA com múltiplas etapas.
Abrir fonte oficialPERGUNTAS ANTES DA AUTONOMIA
Não. Esta página publica princípios, controles e critérios de engenharia. As referências externas não certificam a empresa, o VORTEX, um agente ou qualquer solução.
Não isoladamente. A decisão depende do caso de uso, trajetória, falhas críticas, ambiente, identidade, autoridade, observabilidade, supervisão e recuperação compatíveis com o efeito.
Não. O rigor deve ser proporcional ao dano possível, ao tipo de dado, à reversibilidade e ao alcance da ação. Um resumo informativo e uma execução financeira não pertencem à mesma classe de autoridade.
Não. A pessoa precisa ter contexto, competência, tempo, informação e poder real para contestar, interromper ou corrigir. Uma aprovação ritual não transfere responsabilidade nem controla risco.
Não. Ela é um dossiê público de arquitetura. Qualquer aplicação depende de enquadramento, escopo, estágio da frente, ambiente, homologação e autoridade próprios.
Comece pelo fluxo e pela decisão: finalidade, usuário, fonte, ação, pior efeito, autoridade, evidência e condição de parada. O modelo e as ferramentas vêm depois desse enquadramento.
CONVERSA DE ARQUITETURA
Traga o fluxo, a decisão, a fonte, o pior resultado plausível, quem pode autorizar e que evidência permitiria interromper ou avançar.